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Introdução

A plataforma SPECK permite que o usuário realize uma análise socioemocional a partir da ação conjunta da computação cognitiva com a Psicolinguística. O resultado da análise é disponibilizado em um relatório, no qual é possível identificar traços de personalidade, anseios, necessidades e potencialidades do indivíduo analisado. Suas funcionalidades são baseadas no conceito de LifeLong Learning, cujo objetivo é acompanhar o crescimento e aprimoramento de habilidades do indivíduo. O SPECK pode ser aplicado tanto na vida escolar quanto na vida profissional. 
A partir da inserção de uma redação, a tecnologia consegue identificar, por exemplo, se um aluno está sofrendo bullying ou se um candidato possui as competências socioemocionais adequadas em um processo seletivo. Por meio do SPECK, também é possível:

  • Definir perfis e criar personas;
  • Analisar o desenvolvimento de grupos ao longo do tempo.

    São muitas as aplicações possíveis para o SPECK.

Um pouco de nossa filosofia

Por um longo momento contemplo um mapa mundi animado na tela do notebook, uma tela pequena em que trabalho e que não diz em polegadas o tamanho do que vejo. Contam que é lindo, visto do espaço, frágil esfera. Deslizo meus dedos pelo mapa, vagabundeando à procura de alguns países. Noruega, Finlândia, Suécia, Singapura, Coreia do Sul… Todos exemplos de desenvolvimento humano sustentável. 
Quem os mede diz terem saúde, educação e renda, mas já me cansei de acreditar que a alta produtividade só existe para aqueles que mantêm seu povo em condições ruins de vida. Passo os olhos pelos resultados recentes, coisa de dez anos para cá, e vejo que a maioria dos países com índice elevado de desenvolvimento humano também são muito produtivos. 
Uma mistura de inveja e desânimo é boa definição para o que sinto. Olho para o futuro e sei que a realidade brasileira precisa ser mudada com urgência, olhar para frente na direção em que meus dedos tocam agora. Vivo repetindo que eu detesto prever o futuro, especialmente quando ele já está acontecendo. Sei que há um caminho. Sei que podemos usar a tecnologia para a mudança.

  1. O mundo que não pode ficar para trás

    É verdade, a maioria dos países do mundo não desfruta desta condição e somos um deles. Uma espécie de clube que passa a maior parte de seu tempo vendo outros avançarem, sem se dar conta que todos eles já passaram no ponto do caminho onde estamos. Boa parte da América, toda a África, um bom pedaço da Ásia, todos à espera de um milagre?

  2. A conta que não queremos fazer

    Faço as contas. Comparando dados de IDH e produtividade, concluo que o Brasil, especialmente, precisará fazer setenta e nove vezes mais esforços para alcançar a Dinamarca, o primeiro lugar, até 2030! Isso, se a Dinamarca impossivelmente ficasse parada. Eu sei, ela tem outros tipos de problemas, mas esse, de fato é o problema. Ainda estamos resolvendo questões do século XX, num mundo de inteligência artificial, CRISPR e criptomoedas.

  3. A corrida que não queremos correr

    Sem uma solução, a pressão de países do terceiro mundo sobre o primeiro vai continuar e aumentar. Mesmo dentro de um mesmo país, Brasil no topo da lista, a desigualdade cria dificuldades enormes e promessas de uma vida melhor que não se cumpre pela migração interna. 
A tensão mundial aumenta e não vemos um sinal de solução naquele mundo onde, para além de crises econômicas estruturais, vivemos uma crise de mudança nos meios de produção. Yuval Noah nos faz tremer ao lembrar que, pior que uma luta de classes contra a exploração, será aquela, contra a inutilidade.

  4. Algo a ser feito

    Então, há algo a ser feito: ajudar a maioria dos países, senão todos os países que assistem passivamente a esta desesperada corrida. Não há motivos para desejarmos menos. É claro que se conseguíssemos mudar a Escola de nosso bairro, a fábrica na esquina, o escritório no centro de nossa cidade, é claro que já seria bom. Mas, para um tempo de soluções em escala, não devemos nos omitir projetando soluções de quintal. Temos que ousar e usar o que estiver ao nosso alcance para tornar esta corrida mais justa.

  5. O empate é a meta da tempestade

    O leitor então pode entender que pode e deve se juntar a nós na jornada para fazer a diferença, colocando a maioria dos países entre os melhores lugares em desenvolvimento humano e produtividade. Juntos, ajudaremos o mundo a obter um aumento imediato em seu Índice de Desenvolvimento Humano, resultando em menos tensão global e mercados saudáveis. Aumentaremos exponencialmente o impacto social das APIs do WATSON, ajudando os professores e os departamentos de recursos humanos a melhorar suas equipes como nunca foi feito antes!

  6. Conclusão

    Este é o SPECK. Criado para contribuir com o desenvolvimento do indivíduo em sua trajetória escolar e profissional, com foco individualizado e levando em consideração suas facetas únicas. 
SPECK, uma plataforma socioemocional que transforma.